Produção audiovisual “Águas de Araxá: Preservando o Tesouro Hídrico”, de Drigo Diniz, aborda a proteção do recurso hídrico
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) foi uma das participantes do documentário “Águas de Araxá: Preservando o Tesouro Hídrico”. O filme, lançado nesta segunda-feira (19/05) no YouTube, foi comandado pelo diretor araxaense Drigo Diniz e aborda a relação entre os recursos hídricos, história do município, seu desenvolvimento socioeconômico e a importância de zelar pela água e natureza para garantir às gerações futuras o acesso a esses bens.
A produção audiovisual é rica em fontes. Reúne uma série de especialistas, dentre eles, doutores e mestres, como geógrafos, historiadores, biólogos, engenheiros ambientais, pesquisadores e outros profissionais. Após um ano e meio de desenvolvimento, o material, que explora de maneira dinâmica a cultura, mitos e evidencia a formação da identidade local a partir das águas termais, radioativas e sulfurosas pode ser acessado por meio do link: https://www.youtube.com/watch?v=g8lOUxo_F9Y.
A Copasa foi uma das instituições que contribuiu para o filme. O gerente de produção e tratamento de água Centro-Oeste, Lázaro Oliveira, explicou como funciona o processo para tornar a água potável. Já o assistente ambiental Fauster Bernardes falou sobre o Pró-Mananciais, programa de proteção e recuperação de microbracias hidrográficas da Companhia, e do Coletivo Local de Meio Ambiente (Colmeia), grupo formado para apoiar a execução das ações do cardápio do Pró-Mananciais.
Cristiane Carneiro, titular da Copasa no âmbito da Superintendência de Operações-Centro, elogiou a iniciativa. “Água é essencial à sobrevivência e é um recurso limitado. É muito gratificante ver produções que chamam a atenção para esta pauta ganharem vida, para conscientizar a população de que os cuidados com os recursos naturais são uma responsabilidade que compete a todos. Parabéns aos envolvidos e obrigada por nos dar a oportunidade de participar”, destacou.
Drigo Diniz descreveu a obra como um chamado. Um convite à escuta, à reflexão e, principalmente, à ação. “Ao longo da produção, pude sentir na pele a força simbólica e real que a água carrega em nossa história, em nossa cultura e na vida de cada pessoa que habita Araxá e a região do Alto Paranaíba. Participar desse projeto me despertou ainda mais para a urgência de cuidarmos dos nossos recursos hídricos. A água que corre pelas minas, pelos rios e fontes do nosso território não é só parte da paisagem – ela é memória, sustento, identidade. Cada depoimento, cada imagem registrada, me fez perceber como estamos todos conectados por esse elemento vital, que, infelizmente, tem sido tratado com descaso em muitos contextos. Acredito que este documentário tem o poder de transformar olhares. Ele evidencia, sim, mas também propõe. Ele emociona, mas também informa. E, acima de tudo, ele planta uma semente: a de que é possível – e necessário – reconstruir nossa relação com a natureza com mais respeito, equilíbrio e responsabilidade.”, ressaltou.
O projeto foi desenvolvido por meio do apoio da Lei Paulo Gustavo, por meio do Ministério da Cultura e Governo Federal. Também conta com apoio da Prefeitura Municipal de Araxá e da Fundação Cultural Calmon Barreto.










