Estação de Tratamento de Esgoto de Rio Casca entra em operação

O município de Rio Casca, na Zona da Mata mineira, passa a contar, a partir desta segunda-feira (25/03), com uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que vai garantir mais qualidade de vida aos moradores e benefícios ao meio ambiente. O empreendimento foi realizado em conjunto pela Copasa, Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Fundação Renova e Prefeitura de Rio Casca. Ao todo, foram investidos mais de R$ 14,6 milhões na obra.

A Copasa elaborou os projetos para a implantação do sistema de esgotamento sanitário, inclusive a construção da ETE de Rio Casca, deu todo o suporte técnico à prefeitura durante a execução dos trabalhos, além de estar realizando a 1ª etapa da obra de melhoria e ampliação do sistema de esgotamento sanitário da cidade.

Foram realizados, pelo município, investimentos com recursos financeiros não onerosos, por meio de convênios firmado com a Funasa, da ordem de R$ 10,58 milhões, e também com recursos da Fundação Renova, da ordem de R$ 4,03 milhões, para a construção de redes coletoras, interceptores, ligações prediais, estações elevatórias de esgoto, além da implantação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Rio Casca.

Sendo assim, a partir deste mês a Copasa passa a prestar mais um serviço para os moradores de Rio Casca, continuamente trabalhando para a universalização dos serviços de água e esgoto no município, beneficiando inicialmente cerca de 1.250 famílias na localidade.

“A entrada em operação da ETE de Rio Casca coroa a parceria de sucesso entre o município, Funasa, Fundação Renova e Copasa, e era muito aguardada pelos cidadãos do município. Temos certeza que a coleta e o tratamento do esgoto proporcionarão mais saúde e, por consequência, mais qualidade de vida a todos. Seguimos com os trabalhos para em breve universalizar este serviço para os moradores”, disse o superintendente da Unidade de Negócio Leste da Copasa, Albino Campos.

ETE de Rio Casca entra em operação nesta segunda-feira (25-03). (Crédito – Divulgação – Copasa).

Outros investimentos

Aliado à entrada em operação da ETE de Rio Casca, a Copasa iniciou em fevereiro deste ano a melhoria e ampliação do sistema de esgotamento sanitário do município. A empresa está aportando aproximadamente R$ 300 mil na 1ª etapa desta obra que está sendo realizada no bairro Céu Azul, bairro das Graças, Gameleira e em parte dos bairros Centro, Jacarandá, Cruzeiro e Irmã Dulce.

Os trabalhos nesta região contemplam a implantação de mais de 955 metros de redes de coleta esgoto, 50 ligações prediais de esgoto, a construções de 14 poços de visitas e a transferência de 250 ligações para as novas redes de esgoto. Ao término dessas obras da Copasa, que devem ser concluídas em abril deste ano, cerca de 54% da população será atendida com a coleta, transporte e tratamento de esgoto.

Com isso, além de tratar o esgoto coletado na cidade, a Copasa continuará responsável por executar todas as manutenções em redes e ligações, tais como desentupimentos, correção de vazamentos, execução de obras de melhorias, além da expansão e ampliação do sistema de esgotamento sanitário.

Além das melhorias que as obras vão proporcionar, elas também colaboram para a movimentação da economia de Rio Casca por meio da geração de emprego e renda. Foram geradas até o momento cerca de 15 vagas temporárias de emprego na cidade durante os trabalhos.

Benefícios

O tratamento de esgoto traz benefícios diretos à população, como a erradicação de doenças de veiculação hídrica, o controle da proliferação de vetores, a melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e mudanças positivas nos aspectos urbanísticos, com a consequente valorização imobiliária e o crescimento socioeconômico da cidade e da região.

Além disso, proporciona benefícios sociais, econômicos e voltados à melhoria das condições de saúde e qualidade de vida. Entre outras vantagens, possibilita que a cidade receba o ICMS Ecológico, um meio de incentivo aos municípios para a criação de mais áreas de preservação ambiental, além de melhorar a qualidade dos espaços já existentes.

A intervenção possibilita ainda o aumento da arrecadação do município, que recolherá os Impostos Sobre os Serviços (ISS) prestados pela empresa contratada pela Companhia para execução da obra.

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