Somente nesta etapa a Companhia está investindo cerca de R$ 11,5 milhões e a previsão é que ela seja concluída no segundo semestre de 2025
Reafirmando o seu compromisso com a saúde e a qualidade de vida dos moradores de Ipuiúna, no Sul do Estado, a Copasa segue avançando, desde junho deste ano, com a primeira etapa das obras do Sistema de Esgotamento Sanitário da sede municipal. Somente nesta fase, que deverá ser concluída no segundo semestre de 2025, estão sendo investidos, inicialmente, aproximadamente R$ 11,5 milhões.

Neste momento, as obras estão focadas na implantação de ligações prediais de esgoto, bem como na infraestrutura de interceptores e redes coletoras que serão destinadas, respectivamente, para interceptar e transportar o esgoto doméstico coletado até a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), a ser construída na segunda etapa das obras.
O gerente regional da Copasa, Joab Borges, falou sobre os benefícios das obras tanto para a saúde da população quanto para o meio ambiente. “As obras do SES em Ipuiúna contribuirão para a redução de doenças de veiculação hídrica, aumentando a expectativa e a qualidade de vida da população. Além disso, a preservação do meio ambiente, incluindo os mananciais, será significativamente reforçada”, destacou.
Próximos passos

A previsão é que no segundo semestre de 2025 a Copasa dê início à segunda etapa das obras, que contemplará, entre outros serviços, a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do município. “Estamos comprometidos em entregar um sistema de esgotamento sanitário que não só atenda às necessidades atuais da população, mas que também contribua para um futuro sustentável e saudável para Ipuiúna”, concluiu o Joab.
Benefícios do SES
O Sistema de Esgotamento Sanitário de Ipuiúna permitirá a redução dos lançamentos de esgoto in natura em redes de drenagem pluvial e em cursos d’água, auxiliando a despoluição dos mananciais.
Além disso, o tratamento de esgoto também permitirá que a cidade receba o ICMS Ecológico – um incentivo aos municípios para a criação de mais áreas de preservação ambiental, além de melhorar a qualidade das áreas já protegidas.
O tratamento também vai contribuir para a melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), além de mudanças positivas nos aspectos urbanísticos e, consequentemente, a valorização imobiliária da cidade.








