A Copasa iniciou neste mês a implantação definitiva de uma nova adutora no córrego São José, em Prata, no Triângulo Mineiro. A rede, de 4.800 metros, vai ser usada para dar suporte ao abastecimento dos mais de 28 mil moradores. A previsão é que a primeira parte das intervenções, avaliada em R$ 7 milhões, seja concluída em dezembro deste ano.
As tubulações substituirão o trabalho paliativo emergencial de 2024, que ampliou a produção de água durante a estiagem. A adutora conduzirá água bruta do manancial até a Estação de Tratamento (ETA). Após esse estágio, terá início a segunda parte da licitação, que consiste na construção de uma nova captação. Essa última fase pode durar um ano e meio e está avaliada em R$ 9 milhões.
A coordenadora do Núcleo de Gestão de Contratos da Copasa, Marcella Rocha, explicou como será o funcionamento da nova estrutura. “Findada a instalação da nova adutora, quando necessário, a Copasa poderá empregar bombas já existentes e utilizar o córrego São José para complementar a produção e ampliar em até 30% o volume de água disponível”, destacou.
Renata Thompson, assistente administrativa à frente das negociações com o município, falou sobre os prazos. “A área em que a tubulação está sendo instalada ainda passa pelo complexo processo de regularização fundiária, o que foge ao nosso controle. Mas, ainda assim, estamos mobilizados para que tudo transcorra da melhor maneira possível e com a máxima brevidade”, explicou.
A captação São José funcionará como uma medida de segurança. Em situações críticas, como a época da estiagem, ela poderá ser usada como complemento ao córrego Sidnei, principal fonte de abastecimento da cidade. A nova fonte de produção proporcionará maior segurança hídrica à população.








