A Copasa avança com as obras na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) em Itabirinha, no Vale do Rio Doce. Com investimento de cerca de R$11,4 milhões, a iniciativa vai ampliar a coleta de esgoto no município para 92,8%, com potencial de beneficiar aproximadamente 7.960 moradores, gerando 50 empregos diretos.
A Companhia executa a implantação de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) com capacidade de 12 litros por segundo, além da construção de uma Elevatória de Esgoto Final (EEF) dimensionada para 18,9 litros por segundo. As intervenções integram a ampliação da infraestrutura de esgotamento sanitário no município, com foco em ganho de eficiência operacional e maior capacidade de tratamento.
No escopo das obras, também estão sendo implantados 974 metros de redes coletoras, 265 metros de redes interceptoras e a recuperação de 3.379 metros de interceptores existentes. O projeto contempla ainda a execução de 40 ligações prediais de esgoto, contribuindo para a expansão do atendimento e a melhoria das condições sanitárias locais.
Miguel Cantarino Junior, gerente de projetos da Gerência de Expansão Norte Leste (GENL), destacou a importância da execução da obra para ampliação do sistema de esgotamento sanitário da cidade. “A Copasa amplia o sistema de esgotamento sanitário de Itabirinha com obras estruturantes, garantindo a coleta adequada do esgoto e promovendo ganhos em saúde pública, qualidade de vida, desenvolvimento sustentável e fortalecimento da economia local”, disse o gerente.

Benefícios
O tratamento de esgoto proporciona benefícios sociais, econômicos e ambientais, refletindo diretamente na melhoria das condições de saúde e na qualidade de vida da população. Entre suas vantagens, destaca-se a possibilidade de o município se habilitar ao ICMS Ecológico, mecanismo de incentivo que estimula a criação e a manutenção de áreas de preservação ambiental, além de promover a qualificação dos espaços já existentes.
A coleta e o tratamento adequados do esgoto são fundamentais para a redução de doenças de veiculação hídrica, para o controle da proliferação de vetores e para a melhoria dos aspectos urbanísticos, contribuindo para a valorização imobiliária e para o crescimento socioeconômico das cidades e de toda a região.










