Para levar ainda mais qualidade de vida à população, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) alcança os pontos mais distantes do Estado. A pequena Aparecida de Minas, distrito com cerca de 2 mil habitantes pertencente ao município de Frutal, é uma dessas localidades. Em breve, os moradores vão contar com o sistema de esgotamento sanitário, já que no último mês de agosto a Copasa homologou uma licitação para implantação do serviço, no valor de R$ 7,8 milhões.
As obras poderão gerar até 50 empregos diretos e indiretos e devem começar em novembro deste ano, com duração de 18 meses. O aporte contempla a instalação de uma estação de tratamento de esgoto (ETE) com capacidade para tratar 4,3 litros por segundo e implantação de 1.600 metros de redes coletoras e interceptoras – responsáveis por reunir e conduzir o esgoto dos imóveis até a unidade de tratamento.
Guilherme Freitas, encarregado do sistema, falou sobre os benefícios da operação no local. “Para a sociedade, o tratamento do esgoto contribui para a melhoria da saúde da população em geral, prevenindo doenças causadas por água contaminada. Para o município, reduz gastos públicos com saúde e melhora o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), promovendo a valorização do potencial turístico local e proporcionando maior atração de investimentos privados para a cidade. Já para a natureza, favorece a despoluição de cursos hídricos, ajudando na conservação do meio ambiente para as gerações atuais e futuras”, disse.
Segundo Júlio Cézar Silva, gerente regional, a ampliação do serviço vai ao encontro do propósito da empresa de cuidar da água e gerar valor para as pessoas. “O cliente é o foco do nosso negócio e com a implantação do sistema de esgotamento sanitário em Aparecida de Minas estamos promovendo a universalização dos serviços e evoluindo para atendê-lo cada vez melhor, proporcionando gradativamente maior bem-estar por meio da prestação dos nossos serviços”, afirmou.
A Copasa está em Aparecida de Minas desde 2020, operando o abastecimento de água. A empresa já fazia a coleta de esgoto, mas em razão de processos para regularização fundiária a Companhia ainda não tinha autorização para adentrar o terreno onde em breve será construída a ETE.










