Concerto mostrou como a arte pode transformar vidas e dar voz a talentos das comunidades de Belo Horizonte.
Com duas sessões na Sala Minas Gerais, o concerto Clássicos do Rock Brasil emocionou o público na noite do último sábado (27), em Belo Horizonte. Realizado pela Escola de Artes do Morro do Papagaio, um dos projetos do Instituto Adotar, que passou a contar com o patrocínio da Companhia, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o espetáculo uniu clássicos do rock nacional a arranjos orquestrais, com performances da Orquestra Escola Sinfônica POP Adotar e participação de solistas convidados.
“É um dia super alegre para todos nós. Nós temos um projeto orquestra escola, e os nossos alunos pisaram pela primeira vez na sala Minas Gerais, é muita emoção envolvida. Eu quero agradecer a Copasa que acreditou em nosso projeto e está adotando e transformando vidas junto conosco”, afirmou Mônica Rodrigues Corrêa, fundadora e diretora do Instituto Adotar.
A orquestra, regida pelo maestro Eliseu de Barros, arrancou aplausos com interpretações de clássicos de bandas como: Capital Inicial, Mamonas Assassinas, Roupa Nova, entre outros.
Apoio que transforma
Representando a Copasa no evento, o Diretor de Clientes, Comunicação e Sustentabilidade, Cleyson Jacomini de Souza, celebrou os resultados do patrocínio ao projeto. “Quando apoiamos iniciativas como essa, reafirmamos nosso compromisso com a transformação social e com a democratização do acesso à cultura. O que vimos foi mais que um show, foi um ato de cidadania, inclusão e esperança. A Copasa se orgulha de fazer parte dessa história”, declarou.
A Escola de Artes no Morro do Papagaio oferece oficinas gratuitas de canto, dança e instrumentos como violino e violoncelo para cerca de 150 crianças, jovens e adultos da região. Com acompanhamento psicológico, apoio pedagógico e espaço para convivência, o projeto tem impactado profundamente a autoestima e o futuro dos participantes.
Histórias que tocaram o público
A expectativa para entrar no palco da Sala Minas Gerais pela primeira vez era palpável nos participantes do instituto. Gislene Ramos Martins, 40 anos, e sua filha Maria Luiza Ramos Martins, 12 anos, estão no instituto há um ano e juntas estavam ansiosas para tocar. “ Entrar no instituto Adotar foi uma oportunidade gigantesca, eu sempre gostei de música e me proporcionou várias coisas”, afirma Maria Luiza
“Eu trouxe ela para tocar violino, e tive a oportunidade de tocar também. Hoje estamos aqui para apresentar e vai ser incrível”, disse Gislene.
Com 11 anos, Rafael Barros não via o momento de entrar no palco. “Eu estou muito feliz de estar aqui tocando violino, no meu primeiro ano tocando violino e na Sala Minas Gerais. Estou muito ansioso e espero que seja um ótimo show”, afirma.
O Instituto também promove oficinas e palestras sobre diversidade, inclusão e direitos, além de eventos culturais gratuitos em comunidades como o Aglomerado Santa Lúcia. Essas ações ampliam o acesso à arte e contribuem para um futuro mais justo e igualitário.
Para conhecer mais sobre o instituto acesse: https://www.instagram.com/institutoadotar/
Leia mais sobre o projeto em:
Copasa visita projeto social que transforma vidas no Morro do Papagaio








